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domingo, 1 de janeiro de 2012

Coincidências do Amor



Assim que terminei de assistir ao filme “Coincidências do Amor” (The Switch) perguntei ao Mestre Cuca o que ele havia achado do filme e como a maioria dos homens a resposta dele foi: “Muito Óbvio”. Sim, assim como na maioria das comédias românticas, essa também é óbvia, mas então porque as mulheres cismam em assistir a esse tipo de filme? A resposta dessa pergunta está exatamente na resposta de todo homem, porque é óbvio!


Ok, você é homem e não entendeu nada do que eu escrevi, tudo bem, eu explico. É simples, para a mulher o amor é algo óbvio: duas pessoas se conhecem, tem afinidades, se apaixonam, passam por um problema, provam seu amor, se casam, tem filhos, se amam e tem um final feliz! É isso que toda mulher quer para sua vida, encontrar um grande amor que faça de tudo para ficar com ela e é exatamente isso que acontece em toda comédia romântica. Ou seja, enquanto o homem consegue se imaginar no meio de uma guerra em um filme de ação, correndo para todo lado e dando porrada, tiro e bomba, a mulher consegue se envolver com uma história de casal descobrindo o amor, porque é isso que ela espera para a vida dela.


Em Coincidências do Amor, filme dirigido por Will Speck e Josh Gordon, Jennifer Aniston é Kassie Larson, uma mulher madura, bem sucedida que sempre sonhou em ser mãe. O problema é que Kassie ainda não encontrou o homem certo para isso, então decide que o melhor jeito para resolver seu problema é fazer uma inseminação artificial. Wally, vivido por Jason Bateman, seu melhor amigo, é extremamente neurótico e não concorda com a idéia, mas decide apoiá-la em sua escolha. A gravidez não ocorre como planejado e acaba mudando os planos dos dois com muitas surpresas que vão aparecendo.


O filme é ótimo, super sessão da tarde, porém muito legal de assistir. A história por si só já é engraçada e ganha um toque maior de humor com as manias do Wally e do garotinho Sebastian (Thomas Robinson). É romântica, mas sem aquele clichê de garanhão que encontra a mulher da sua vida depois de transar com metade da cidade, é simplesmente um romance que pode acontecer com qualquer um, afinal quem nunca se apaixonou por um amigo?

Embora tenha traços bem diferentes dos outros filmes do gênero, esse mantém um grande clichê: se passa em New York. Eu já tive o prazer de conhecer a cidade e desde então entendi porque todas as comédias românticas acontecem lá... simplesmente New York cheira a romance... em meio a correria de Wall Street e ao glamour da Quinta Avenida a beleza da cidade é tão grande que você só pensa em estar apaixonado ou em encontrar um novo amor e poder no final da tarde passear de mãos dadas pelo Central Park vendo as folhas do Outono caindo. Acreditem, é lindo!

Toda comédia romântica é um grande clichê, mas toda mulher, mesmo aquela que quer se mostrar mais dura por fora vai ter o coração amolecido por pelo menos alguns minutos ao assistir a uma boa história desse tipo, seja no cinema ou na tv, então homens, vocês não precisam entender porque nós mulheres gostamos desse gênero se já sabemos como será o final, nós só queremos imaginar por alguns minutos que somos aquela mocinha e você que está ao nosso lado fará tudo aquilo por nós (melhor ainda se fizer!!!), então se está na dúvida do que fazer para arrancar um suspiro dela... alugue Coincidências do Amor, faça uma pipoca e assista a esse filme abraçadinho. Tenho certeza que ela vai gostar e você ainda vai achar algumas cenas bem engraçadinhas. Diversão garantida para as duas partes!


Receita adicionada por Cozinheira Nata...


segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Jhonny e June

A insônia é um dos piores tormentos do ser humano! Vocês já perceberam que esse mal só nos atinge quando não existe absolutamente nada de interessante para fazer durante o período sem sono? Nenhum livro bom para ler, nada de interessante na TV e normalmente é preciso acordar cedo no dia seguinte.

Pois é queridos leitores, sofro com esta maldição. Noite passada este mal terrível caiu sobre mim e enquanto estava em busca do sono perdido assisti um dos filmes que mais gosto, Jhonny e June (Walk the Line).
 


São poucas as cinebiografias que ficam boas e essa é um ótimo exemplo de um caso de sucesso, com excelentes atuações, uma fotografia maravilhosa e um roteiro bem formulado, a história de Jhonny Cash foi para as telonas e conquistou muitos admiradores. Até quem não conhecia o trabalho desse talentoso cantor virou fã.

Jhonny Cash foi uma das pessoas que mais contribuiu para a história do rock. 

Jhoony Cash e sua banda Tennessee Two entraram para as paradas de sucesso em 1955 e dali para frente o sucesso só aumentou, suas turnês era incríveis e contavam com a presença de Elvis Presley, Jerry Lee Lewis e aquela que se tornaria o grande amor de sua vida, June Carter.



O filme retrata a vida e a carreira de Jhonny Cash, porém o foco á sua relação com June Carter. Pioneiro do rock’n roll e do rockabilly, Jhonny Cash é um personagem com muito conteúdo a ser explorado. Sua vida e carreira foram tumultuadas, durante muitos anos Cash foi usuário de drogas e álcool, sentia-se culpado pela morte do irmão durante a infância e conquistar a mulher que amava não foi nada fácil.
 

Para dar vida a lenda Jhonny Cash o escolhido foi Joaquin Phoenix, aliás, a escolha foi um pedido do próprio Cash assim como June Carter escolheu para representá-la a atriz Reese Witherspoon. Particurlamente achei que a caracterização ficou muito boa, a semelhança é muito grande.


 
A atuação de Joaquin Phoenix merece um parágrafo a parte. Poucas vezes temos a chance de assistir um trabalho tão bem feito como este. Ele está sensacional! De longe a melhor atuação de sua carreira, brilhante. Ele convence, emociona, consegue passar tamanha credibilidade ao papel que você esquece completamente o ator em si e só consegue ver o personagem. Tamanho talento obteve reconhecimento, com Joaquin Phoenix ganhando o Bafta e o Globo de Ouro de melhor ator e recebeu uma indicação ao Oscar na mesma categoria.


 Reese Witherspoon também está incrível, atuação impecável. A atriz consegue equilibrar perfeitamente a delicadeza e a força de sua personagem, sem contar que está tão linda nesse filme que cada cena em que aparece é um presente para os olhos. Recebeu com mérito o Oscar  e o Bafta de Melhor Atriz.



A direção ficou por conta de James Mangold, que tem na carreira a direção de filmes como Kate e Leopold, Wolverine, Garota Interrompida e Encontro Explosivo


 O filme é realmente muito bom, gostoso de assistir, daqueles que o tempo passa e você não sente. Figurino muito bem feito, fotografia lindíssima, atuações memoráveis e boa música. O ganhador do Bafta na categoria Melhor Filme no ano de 2006 é comovente e envolvente, trazendo para o conhecimento do público em geral uma das histórias de amor e superação mais bonitas e verdadeiras que já vi.



Recomendo muito, esse com certeza vale os 133 minutos sentados a frente da TV!



Receita adicionada por Chef!

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Top Gun - Ases Indomáveis


         A minha indicação da semana vem direto do túnel do tempo e completou 25 anos de sua estréia no último dia 16 de maio e que não só carrega na bagagem o fato de ter lançado em definitivo ao estrelato um dos maiores astros do cinema na atualidade como também foi a responsável pelo lançamento de um dos maiores sucessos da música na década de 80, que mesmo não sendo a canção tema do filme, virou praticamente o seu cartão de visitas. 

        Estou falando do excelente filme Top Gun – Ases Indomáveis (Top Gun), uma produção de 1986 dirigida por Tony Scott e que não apenas consolidava a imagem de Tom Cruise como um dos mais promissores atores da época e galã de Hollywood, como apresentava ao mundo o hit Take My Breath Away da banda Berlin, que se tornou o tema de muitos apaixonados pelo mundo.


          O filme conta a história do Tenente Pete “Maverick” Mitchell (Tom Cruise), um jovem piloto de caça da Marinha dos Estados Unidos que junto com seu parceiro de vôo Tenente Nick “Groose” Bradshaw (Anthony Edwards) acaba selecionado para o curso Top Gun da Academia Aérea da Marinha Americana, responsável por formar os pilotos de elite da Marinha, após um confronto direto com aviões inimigos MIG-28s sobre o Oceano Índico em que o dono original da vaga para a academia, o Tenente Bill "Cougar" Cortell (John Stockwell), abalado com o confronto, resolve abandonar a aviação de caça.

        Por ser um completo indisciplinado, Maverick vive criando desavenças com seu oficial superior o Tenente-Comandante Rick “Jester” Heatherly (Michael Ironside), porém, tal necessidade de sempre provar seu valor está relacionada a morte de seu pai Duck Mitchell, que também piloto de caças, foi abatido durante a Guerra do Vietnã e declarado como culpado pelo acidente que causou sua morte. Assim, Maverick vive intensamente seus vôos, muitas vezes de forma displicente, deixando temeroso seu companheiro de vôo e amigo Goose que casado com Carol (Meg Ryan) e pai de um filho, apenas quer terminar seu treinamento e seguir sua vida sem criar maiores desafios que acertadamente considera desnecessários.

          
          Durante o curso, Maverick acaba se envolvendo diretamente em duas relações. Uma em terra ao iniciar um romance conturbado com a instrutora civil Charlotte "Charlie" Blackwood (Kelly McGillis) e outra no ar ao se tornando o grande adversário de Tenente Tom "Iceman" Kazansky (Val Kilmer) considerado até então o melhor piloto dentre os selecionados para o Top Gun e que classifica a forma de voar de Maverick como perigosa.

          

          Na reta final do curso, durante uma avaliação de combate contra o instrutor chefe, o comandante Mike "Viper" Metcalf (Tom Skerritt), Maverick comete o maior de seus erros até então já que na gana de provar que é o melhor piloto acaba se envolvendo num acidente que acabando com a morte de seu grande amigo Goose.         

          Mesmo sendo inocentado no inquérito militar que investiga o acidente, Maverick se sente culpado pelo ocorrido e não apenas seus nervos, mas também sua confiança são abaladas, fazendo com que o exímio piloto passe a ter medo de arriscar e abandone o curso Top Gun. 

          Será que ele consegue retomar sua carreira? Será que consegue superar a morte de seu amigo e o fantasma do erro fatal que seu pai pode ter cometido? Quem já viu o filme sabe como termina, e quem não viu deveria buscar na locadora mais próxima para descobrir.

          Top Gun – Ases Indomáveis foi inspirado no artigo “Top Guns” escrito em 1983 por Ehud Yonay para a Revista Califórnia, que detalhava os pilotos Top Gun durante sua estadia na Miramar Naval Air Station, localizada em San Diego, na Califórnia, e logo após sua estréia se tornou um grande fenômeno, sendo a maior bilheteria do ano de 1986 e arrecadando mais de US$ 353 milhões em todo o mundo.
 


          A título de curiosidade, a aventura de 109 minutos de duração dirigida por Tony Scott, que vem a ser irmão do também diretor Ridley Scott (Blade Runner, Hannibal e Gladiador), teve várias de suas sequências gravadas a bordo do porta-aviões USS Enterprise da Marinha dos Estados Unidos e recebeu várias indicações a prêmios, sendo a vencedora do Oscar e do Globo de Ouro na categoria Melhor Canção Original por Take My Breath Away.

          Assista o trailer aqui embaixo e providencie o filme para montar sua sessão nostalgia, pois com certeza vale a pena rever mais esse sucesso do cinema no conforto do seu lar.


Receita adicionada por Gourmet.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Diário de uma paixão

Essa semana terminei de ler o livro “Diário de uma paixão” (The Notebook), e me surpreendi muito. Não só pela história, que é linda, mas sim porque já havia assistido ao filme homônimo e percebi que pela primeira vez gostei mais do filme que do livro.

 O livro, publicado em 1999 (no Brasil primeiramente se chamou Diário de Nossa Paixão, mas alterou o título após o lançamento do filme!) foi escrito por Nicholas Sparks, autor que tem sido fonte para vários filmes hollywoodianos nos últimos anos, como por exemplo: “Querido John”, “Noites de Tormenta”, “Um amor para recordar” e etc. É um romance que começa com dois idosos numa casa de repouso em que o homem conta uma história de amor escrita em um diário: o romance de Allie e Noah.
 
 
O filme, lançado em 2004, foi dirigido por Nick Cassavetes e conta à mesma história, porém de uma perspectiva diferente. Também começa com os dois idosos (James Garner e Gena Rowlands) na casa de repouso e ele está contando a mesma história, porém a ênfase é maior na adolescência dos personagens, quando Noah Calhoun (Ryan Gosling) e Allie Hamilton (Rachel McAdams) se conhecem e se apaixonam, mostrando o amor entre eles nascendo e crescendo. Já o livro faz apenas uma pequena lembrança dessa fase, dando maior prioridade no reencontro dos dois já na fase adulta e na velhice.

Eu gostei mais do filme pela forma leve que Nick contou a história. É um amor que cativa, empolga, faz você torcer pelo casal e se emocionar junto. Faz desejar ter um dia um amor igual, que seja tão verdadeiro e sincero, tão humilde e simples, tão empolgante e calmo. Noah é o personagem mais romântico que já criaram, um homem carinhoso e apaixonado, que lê poesias e fala de amor com tranqüilidade e doçura. Depois de ver o filme toda mulher quer ser a Allie, ou pelo menos ter um pouco desse amor um dia.

O livro é pequeno (são apenas 140 páginas) e com uma literatura bem fácil, porém mostra um amor mais maduro, algumas horas meloso demais... mas nele tem as cartas trocadas entre os personagens que são tão lindas e deixam os olhos marejados com tanto amor e tanta emoção.


O filme tem lindas fotografias e cenários, todos bem descritos no livro também, o central é a casa que Noah compra e reforma, passa a ser o refúgio dele, além de ser a responsável pela reaproximação do casal. O livro dá uma grande ênfase nesse cenário, fazendo parecer até como um personagem secundário.

Indico “Diário de uma paixão” para todos os românticos e apaixonados. É um ótimo filme para aqueles que querem suspirar e talvez até chorar, conquistar uma garota ou quem sabe se inspirar com um romance. Indico o livro para aqueles que adoram ler, principalmente os que gostam de poesia.


 Para os que ainda não decidiram se assistem ou não o filme, dá uma conferida no trailer abaixo:


Receita adicionada por Cozinheira Nata



segunda-feira, 23 de maio de 2011

A Saga Crepusculo

Eu sou uma amante dos livros, não consigo ficar nem um dia sem ler pelo menos um capítulo, principalmente se a história me cativa. Para mim, a melhor forma de se esquecer um pouco dos problemas da vida real é adentrar na história de uma personagem, vivenciar junto. Por isso toda vez que um dos livros que li também é lançado nas telonas, corro para assistir, pois acredito que estou vendo aquilo que um dia imaginei.


E foi por isso que eu estava na estréia de “Crepúsculo” (Twilight) dirigido por Catherine Hardwicke, um dos meus livros preferidos e que para minha surpresa (já que geralmente não gosto de filmes baseados nos livros) um filme que eu adoro!  
A história, embora pareça meio... tosca, pela forma que foi escrita pela autora Stephenie Meyer se torna bem interessante. Isabela Swan (Kristen Stewart), decide ir morar com o pai na cidadezinha nublada de Forks e lá conhece o misterioso Edward Cullen (Robert Pattinson) e sua família tão incomum. Ao sofrer um acidente em que é salva por Edward, Bella decide descobrir os mistérios que cerca a família Cullen e descobre que simplesmente está apaixonada por um vampiro.


O livro é muito bom, leve e bem escrito, te prende com situações de suspense e os personagens são muito peculiares e interessantes. O filme baseado na mesma história foi bem fiel a mensagem, a maioria das cenas e até mesmo das falas são iguais, na minha opinião a única coisa que não foi bem escolhida foram os atores. Robert Pattinson, além de não ser tão lindo quanto o Edward descrito por Stephenie, não conseguiu captar o verdadeiro personagem que é engraçado, muitas vezes cínico e bem romântico, enquanto Pattinson faz o vampiro ser sem graça, sem contar as caras de nojo que ele faz ao beijar Bella; ele realmente queria mostrar medo de machuca-lá? Não pareceu! Kristen Stewart também não convence, ela deixou a personagem extremamente sem sal, de forma que você pense porque todos os caras estão afim dela? 


Apesar da ruim escolha de elenco, o filme é bem legal, bom de assistir tanto para os que leram quanto os que não leram o livro. E digo o mesmo para os outros dois da Saga já lançados na telona, “Lua Nova” (New Moon) dirigido por Chris Weiz e “Eclipse” (Eclipse) dirigido por David Slade, esses com uma particularidade que é Taylor Lautner no papel do lobisomen Jacob. Embora ele participe de todos os filmes, é em Lua Nova que conta a história dos lobisomens, ou seja, uma maior participação de Taylor que deixa as mocinhas de todas as idades vidradas na tela, isso porque o eterno Shark boy teve que ganhar massa muscular e definir bem seu corpo. Esses dois filmes tem também ótimos efeitos visuais, com a transformação dos atores em lobisomens. Contam também com a presença da atriz Dakota Fanning como a vampira do clã Volturi, Jane.

  
A saga possui um quarto livro chamado “Amanhecer” (Breaking Dawn), que também irá para os cinemas, mas dividido em duas partes, a primeira delas com lançamento previsto para 18 de novembro desse ano e teve as cenas da lua de mel do casal principal gravadas no Rio de Janeiro. Embora ainda não tenha sido divulgado, eu acredito que a primeira parte deve ir até o inicio da batalha entre os vampiros, deixando esta para a segunda parte. É esperar para ver e torcer para chegar logo!!! (Clique Aqui) para ver uma seleção de novas fotos divulgadas do filme. 



Receita Adicionada por Cozinheira Nata