Mostrando postagens com marcador Ação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ação. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

X-Men: Primeira Classe

          E ai galera, tudo bom? Depois de um breve período de recesso, estamos de volta com nossas indicações para vocês.
          
          Sendo assim, vou direto ao ponto dizendo que minha indicação da semana retrata o “início” de uma das maiores sagas de HQ’s em todos os tempos. Estou me referindo a X-Men: Primeira Classe (X-Men: First Class), um filme dirigido por Matthew Vaughn que conta como a primeira equipe do maior grupo de super heróis mutantes foi formada, e quais foram os motivos que levaram um de seus idealizadores se torna o maior dentre os seus futuros inimigos. 


          A produção começa em 1944 num campo de concentração na Polônia contando a história de Erik Lensherr (Bill Milner), um jovem que acaba preso pelos nazistas junto com sua mãe e que ao ser separado dela apresenta seus poderes mutantes pela primeira vez, retorcendo um grande portão de ferro, sob os olhares atentos do oficial nazista Dr. Schmidt (Kevin Bacon) que a primeira vista em minha opinião numa alusão a realidade dos fatos ocorridos durante a segunda guerra mundial, seria uma versão do famoso Josef Mengele, “O Anjo da Morte”.

          Algum tempo após presenciar a cena, Dr. Schmidt manda que levem Erik a seu encontro, forçando a demonstrar seus poderes movimentando uma moeda sob a pena de ter sua mãe assassinada caso não conseguisse. Nervoso, Erik não é capaz de movimentar a moeda e Schmidt a mata com um tiro, desencadeando um acesso de ódio tão grande em Erik que o mesmo mata dois soldados esmagando seus capacetes e destrói por completo uma sala de tortura anexa a que ele se encontrava.

          Em paralelo, numa mansão da cidade de Westchester em Nova York, o pequeno Charles Xavier (Lawrence Belcher) acorda no meio da noite com barulhos vindos do andar inferior da casa. Ao chegar na cozinha, Charles se depara com sua mãe parada em frente a geladeira que diz que estava apenas preparando um lanche e pergunta se o jovem não gostaria de um xícara de chocolate quente. Porém, o ávido rapaz desmascara a farsante, conhecendo nesse momento a pequena metamorfa Raven Darkholme (Morgan Lily) de quem se torna amigo e protetor desde então.

          Numa passagem de tempo de quase 20 anos, a espiã da CIA Moira McTaggert (Rose Byrne) consegue se infiltrar no Clube do Inferno ao seguir o Coronel Hendry (Glenn Morshower) e o encontra “reunido” com Dr. Schmidt e seus comandados Emma Frost (January Jones), Maré Selvagem (Álex González) e Azazel (Jason Flemyng) para convencê-lo de que os Estados Unidos devem colocam mísseis nucleares na Turquia, apontados para a Rússia.


          Na busca de entender as mutações que acaba vendo, Moira procura Charles Xavier (James McAvoy) no dia de sua formatura na Universidade de Oxford, pela qual se transformou num grande especialista em genética. Moira aborda Charle quando o mesmo está indo comemorar com sua agora “irmã” Raven (Jennifer Lawrence) e acaba nos demonstrando um lado de Charles não muito visto até então, o de grande beberrão galanteador.

          Convencido de que deve ajudar o governo dos Estados Unidos, Charles começa a auxiliar a CIA e durante uma missão acaba conhecendo Erik Lensherr (Michael Fassbender) que com sede de vingança, está rodando o mundo em busca de Schmidt. 


         Convencido por Charles que deveriam reunir jovens mutantes para lutar contra os inimigos que se levantam, Erik começa a trabalhar em conjunto com o novo amigo, porém, sem esquecer sua vingança. E assim, começam a recrutar mutantes que virão a se levantar contra aqueles que ameaçam a paz mundial, surgindo a primeira classe dos X-Men. O resto da história, só vendo o filme pra saber.

          A produção orçada em aproximadamente US$ 160 milhões, foi lançada em terras tupiniquins no dia 3 de junho de 2011 atingindo uma arrecadação final, só com bilheteria, na casa de US$ 352 milhões em todo o mundo. Um ponto que não poderia deixar de citar é a breve aparição de Logan / Wolverine (Hugh Jackman) durante o recrutamento feito por Erik e Charles. É pequena, porém, marcante e hilária.

          Considerei esse filme um ótimo ponto de partida para a nova saga dos X-Men nas telonas, já que de bom dos primeiros 3 filmes da série, apenas o surgimento de Wolverine, pois o resto...bom, deixa pra lá....



          X-Men: Primeira Classe com certeza é um filme para toda a família, que não é chato e tem ótimas cenas de ação. Eu, Gourmet, com certeza indico. Fica a dica!!!


Receita adicionada por Gourmet!!!


terça-feira, 9 de agosto de 2011

Salt


“Quem é Salt?” Pergunta que ficou algumas semanas no ar como campanha de divulgação do filme de ação e espionagem, “Salt”, dirigido por Phillip Noyce (O Colecionador de Ossos) e estrelado por Angelina Jolie no papel principal. A pergunta junto com a história de espionagem e a possibilidade de ver Jolie em mais um filme de ação criaram uma grande expectativa no público.

 
O papel de Salt a principio foi escrito para Tom Cruise, ele seria Edwin A. Salt, um oficial da CIA que seria acusado por um desertor soviético de ser espião russo, porém Tom não aceitou o papel, preferiu gravar Encontro Explosivo, com Cameron Diaz. Entra, então, Angelina e o roteirista Kurt Wimmer teve que fazer um pequeno ajuste no roteiro: Edwin Salt se torna Evelyn Salt.

 
Salt é um filme americano lançado em Julho de 2010 e conta a história de Evelyn Salt, uma oficial da CIA que fez um juramento ao dever e honra de seu país, porém sua lealdade é testada quando um desertor russo a acusa de ser uma espiã e agente da KGB da Rússia. Salt usa todas as suas habilidades e anos de experiência para proteger não só a sua vida como a de seu marido.

 
Mas afinal, quem é Evelyn Salt? No meu conceito ela é um Jason Bourne de saias e que usa um pouco mais de tintura de cabelo para se disfarçar. Assim como Bourne, Salt também tem um quê de MacGyver moderno que se muni de qualquer objeto para produzir várias espécies de armas. Tem um olhar frio e gélido na hora de matar, uma inteligência enorme para fugir das situações mais complicadas, mas ao mesmo tempo demonstra ter um bom coração em algumas cenas mais íntimas.


O filme é bom, com muitas mentiras como a maioria dos filmes de ação americano, porém também tem diversas incoerências (de lógica e de roteiro também), mas não deixa de ser divertido e não é daqueles que você não pode piscar para não perder nada, é de fácil entendimento. E como sempre, Jolie salva a história. É impressionante como além de linda ela é extremamente talentosa, dando charme a uma personagem que corre, pula, se joga, mata, foge e intriga. Com uma atuação que te deixa realmente na dúvida se ela está mentindo ou falando a verdade e te prende para saber aonde ela e a trama vão parar.


 Não posso falar muito sobre o filme, pois antes mesmo da metade a trama é desenrolada e você descobre se ela é ou não a espiã surgindo então novas dúvidas e dilemas, que se eu citar vou estar fazendo spoiler e tirando toda a graça do filme para aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de assistir.

 
Abaixo, assista o trailer e corra para alugar o filme e descubra “Quem é Salt”.


Receita adicionada por Cozinheira Nata

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Top Gun - Ases Indomáveis


         A minha indicação da semana vem direto do túnel do tempo e completou 25 anos de sua estréia no último dia 16 de maio e que não só carrega na bagagem o fato de ter lançado em definitivo ao estrelato um dos maiores astros do cinema na atualidade como também foi a responsável pelo lançamento de um dos maiores sucessos da música na década de 80, que mesmo não sendo a canção tema do filme, virou praticamente o seu cartão de visitas. 

        Estou falando do excelente filme Top Gun – Ases Indomáveis (Top Gun), uma produção de 1986 dirigida por Tony Scott e que não apenas consolidava a imagem de Tom Cruise como um dos mais promissores atores da época e galã de Hollywood, como apresentava ao mundo o hit Take My Breath Away da banda Berlin, que se tornou o tema de muitos apaixonados pelo mundo.


          O filme conta a história do Tenente Pete “Maverick” Mitchell (Tom Cruise), um jovem piloto de caça da Marinha dos Estados Unidos que junto com seu parceiro de vôo Tenente Nick “Groose” Bradshaw (Anthony Edwards) acaba selecionado para o curso Top Gun da Academia Aérea da Marinha Americana, responsável por formar os pilotos de elite da Marinha, após um confronto direto com aviões inimigos MIG-28s sobre o Oceano Índico em que o dono original da vaga para a academia, o Tenente Bill "Cougar" Cortell (John Stockwell), abalado com o confronto, resolve abandonar a aviação de caça.

        Por ser um completo indisciplinado, Maverick vive criando desavenças com seu oficial superior o Tenente-Comandante Rick “Jester” Heatherly (Michael Ironside), porém, tal necessidade de sempre provar seu valor está relacionada a morte de seu pai Duck Mitchell, que também piloto de caças, foi abatido durante a Guerra do Vietnã e declarado como culpado pelo acidente que causou sua morte. Assim, Maverick vive intensamente seus vôos, muitas vezes de forma displicente, deixando temeroso seu companheiro de vôo e amigo Goose que casado com Carol (Meg Ryan) e pai de um filho, apenas quer terminar seu treinamento e seguir sua vida sem criar maiores desafios que acertadamente considera desnecessários.

          
          Durante o curso, Maverick acaba se envolvendo diretamente em duas relações. Uma em terra ao iniciar um romance conturbado com a instrutora civil Charlotte "Charlie" Blackwood (Kelly McGillis) e outra no ar ao se tornando o grande adversário de Tenente Tom "Iceman" Kazansky (Val Kilmer) considerado até então o melhor piloto dentre os selecionados para o Top Gun e que classifica a forma de voar de Maverick como perigosa.

          

          Na reta final do curso, durante uma avaliação de combate contra o instrutor chefe, o comandante Mike "Viper" Metcalf (Tom Skerritt), Maverick comete o maior de seus erros até então já que na gana de provar que é o melhor piloto acaba se envolvendo num acidente que acabando com a morte de seu grande amigo Goose.         

          Mesmo sendo inocentado no inquérito militar que investiga o acidente, Maverick se sente culpado pelo ocorrido e não apenas seus nervos, mas também sua confiança são abaladas, fazendo com que o exímio piloto passe a ter medo de arriscar e abandone o curso Top Gun. 

          Será que ele consegue retomar sua carreira? Será que consegue superar a morte de seu amigo e o fantasma do erro fatal que seu pai pode ter cometido? Quem já viu o filme sabe como termina, e quem não viu deveria buscar na locadora mais próxima para descobrir.

          Top Gun – Ases Indomáveis foi inspirado no artigo “Top Guns” escrito em 1983 por Ehud Yonay para a Revista Califórnia, que detalhava os pilotos Top Gun durante sua estadia na Miramar Naval Air Station, localizada em San Diego, na Califórnia, e logo após sua estréia se tornou um grande fenômeno, sendo a maior bilheteria do ano de 1986 e arrecadando mais de US$ 353 milhões em todo o mundo.
 


          A título de curiosidade, a aventura de 109 minutos de duração dirigida por Tony Scott, que vem a ser irmão do também diretor Ridley Scott (Blade Runner, Hannibal e Gladiador), teve várias de suas sequências gravadas a bordo do porta-aviões USS Enterprise da Marinha dos Estados Unidos e recebeu várias indicações a prêmios, sendo a vencedora do Oscar e do Globo de Ouro na categoria Melhor Canção Original por Take My Breath Away.

          Assista o trailer aqui embaixo e providencie o filme para montar sua sessão nostalgia, pois com certeza vale a pena rever mais esse sucesso do cinema no conforto do seu lar.


Receita adicionada por Gourmet.

G.I. Joe: A Origem de Cobra




Fale a verdade. Se você, assim como eu, nasceu na década de 80 (Estamos ficando velhos) com certeza ao saber do lançamento, ou assistir o filme G.I.Joe: A Origem de Cobra, relembrou dos saudosos brinquedos dos Comandos em Ação. Até pelo fato de se tratar dos mesmos.
Pode até parecer um comentário imbecil, mas tem muita gente que não percebeu esse fato por causa da diferença dos nomes e traduções. Inclusive uma cena curiosa aconteceu comigo quando um amigo estava assistindo uma parte do filme e solta a frase: “Engraçado. Nunca assisti esse filme, mas tenho certeza que conheço esses nomes...” Ele se referia a Destro, Duke, Snake Eyes, Baronesa entre outros. Quando eu disse o porquê de saber os nomes, bateu um momento nostálgico no cidadão e ele ficou assistindo que nem uma criança.

            Eu não vou forçar a barra e falar que lembro da história toda. Digo a dos anos 80. Até porque foram criadas várias séries e divulgadas em diversos seguimentos como: Quadrinhos, desenhos animados e, claro, nossos bonecos.  Foi uma “febre” na época, e o importante mesmo era curtir. Brincando sozinho ou com os amigos sem se importar muito com a história. Mesmo porque nós mesmos que “escrevíamos” a cada brincadeira.
            E passaram uns 20 anos até que finalmente poderíamos assistir nossos “brinquedos” no cinema. Dirigido por Stephen Sommers (A Múmia 1 e 2;  Van Helsing) G.I. Joe não chegou causando muito alarde na mídia, que não apostava muito no sucesso do filme. Principalmente por estrear em um ano que ainda tinha o lançamento de gigantes como X-Men – Origens: Wolverine e Transformers 2.

A história dos “Joe´s” é sobre um grupo secreto formado pelos melhores soldados de vários países, contando com a mais moderna tecnologia para proteger o mundo de qualquer força que venha causar alguma ameaça. Ou seja, são praticamente o B.O.P.E. internacional. E também conta, como o próprio nome diz, a origem do vilão Comandante Cobra e um pouco da história e as ligações entre os  personagens, como a do Herói Duke com a Baronesa e o vilão Destro. Destaque para os dos ninjas Snake Eyes e Storm Shadow.


G.I. Joe não é filme difícil de se entender, e também difícil de não gostar. Confesso que não esperava muita coisa depois de assistir o trailer. Achei que seria só mais uma sessão nostalgia e estava torcendo para não sair tão revoltado com uma suposta “bomba” que poderia ser. Mas felizmente eu estava errado. Vale a pena conferir sim. Não é aquele filmaço, muitas vezes abusa de computação gráfica, mas é ação o tempo todo. E destaque também para a boa atuação de Dennis Quaid no Papel de General Hawk e Christopher Eccleston como Destro. Sienna Miller de Baronesa ficou... Espetacular! Sem falar na ruiva Scarlett (Rachel Nichols). E antes que a mulherada reclame, o herói Duke é o Channing Tatum, ok? E pra garantir aquela dose de risada temos um dos Irmãos Wayans, o Marlon pra ser exato, no papel de Ripcord.


Esses são apenas alguns ingredientes da minha dica de hoje. Espero que curtam o filme e não deixe de comentar depois. Confira o trailer abaixo.



Receita adicionada por Mestre Cuca

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Harry Potter - O Final Épico

O post de hoje é especial e diferente do que costuma ser. Hoje não farei uma indicação semanal, nem tão pouco irei resenhar sobre um filme, o texto de hoje é uma homenagem e ao mesmo tempo uma despedida, afinal não poderíamos deixar passar em branco o final da sequência de filmes mais esperada dos últimos tempos.

 
Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2 é a maior bilheteria de estréia de toda a história do cinema, batendo todos os recordes anteriores em todos os países em que está sendo exibido.

Ao pensar nisso volto no tempo, eu devia ter no máximo uns 12 anos quando um amigo me trouxe um livro dizendo que eu precisava ler! Olhei meio sem interesse para o livro me perguntando por que ele achava que eu me interessaria por uma historinha boba sobre bruxos. Lembro que estava lendo outro livro no momento e o que ele me trouxe foi morar na mesinha de cabeceira por um longo período.


Terminei o livro que estava lendo, comecei a ler outro e mais outro até que por fim não sobrou mais nada para ler, foi quando olhei para o livro que há tempos estava esquecido na mesinha. Vi o título, Harry Potter e a Pedra Filosofal... Dei uma lida na contracapa, olhei para a foto da autora (achei ela meio estranha!) e vi que tinha um selinho da livraria dizendo que o livro era um dos mais vendidos etc e tal...  Sem muito interesse comecei a leitura, já era meio tarde e acabei virando a noite, acordando atrasada para ir à aula e levei bronca da minha mãe por passar a noite em claro! 

Onze anos se passaram desde o meu primeiro contato com a história de Harry Potter, esperei ansiosamente pelo lançamento de cada livro e como todos os fãs da série fui ao cinema assistir aos filmes. Falei mal dos diretores e roteiristas quando eles assassinaram partes dos livros e fiquei feliz quando as cenas ficaram do jeitinho que eu havia imaginado. 


 
A última parte, assim como todas as outras comete seus pecados com relação a fidelidade ao livro, normalmente eu começaria a falar palavras de baixo calão e ofender seriamente os produtores, mas sinceramente acho que neste caso isso não importou tanto.

Sou uma daquelas pessoas que acredita que a função número um do cinema é o entretenimento, se aliado a isso ele conseguir trazer reflexão, crítica ou algum ensinamento melhor ainda! Porém a sétima arte é boa mesmo na tarefa de emocionar e comover as pessoas, isso sim ela faz com perfeição e foi isso que vi em Harry Potter.

No dia da estréia, na fila para entrar na sala de exibição o clima era de ansiedade, as pessoas torciam para o tempo passar rápido,vi gente parando quem saia da sessão que havia começado mais cedo apenas para perguntar como tinha sido, se o filme tinha ficado bom, como a cena de uma parte específica do livro tinha ficado, vi adultos e crianças realmente emocionados e isso me fez mudar o modo como assisti o filme, deixei as críticas de lado, parei de analisar.

O poder de comoção dos livros da série Harry Potter é impressionate, as pessoas se envolvem completamente, criam verdadeiros laços afetivos com os personagens e a possibilidade de vê-los ganhar vida através do cinema sem dúvidas é maravilhosa. Aliás, faço questão de dizer aqui algo muito importante, Harry Potter e sua sequência de livros são responsáveis por despertar e incentivar o hábito da leitura em praticamente toda uma geração. Diversas pessoas só começaram a gostar de ler após dar uma chance a fantástica história criada por J. K. Rowling, conheço uma que só começou a ler porque não aguentou esperar o próximo filme para saber o que iria acontecer e a partir disso a leitura virou realmente parte de sua vida.

Depois de longos dez anos aguardando a próxima aventura, temendo pela batalha que um dia teria que acontecer, após o dia 15/07/2011 não haverá mais espera, não haverá próxima vez, foi a despedida final.


Rupert Grint ( Ron Weasley), Emma Watson ( Hermione Granger) e Daniel Radcliffe (Harry Potter) juntos na pré estreia de 2011 e na de 2002!


Nos últimos dias ouvi diversas pessoas falando mal do filme, vi várias críticas em outros sites e blogs sobre cinema dizendo que a cena em que Belatriz Lestrange morre foi mal feita, que deveriam ter dado mais destaque ao Neville Longbottom, até que a interpretação de Maggie Smith, que é a atriz que interpreta a Professora McGonagall, foi ruim. Encontrei muitas críticas as cenas da batalha, dizendo que não ficaram boas, que os efeitos especiais foram poucos e normais, enfim, criticas não faltaram e muitas delas na minha humilde opinião foram exageradas e até mesmo injustas.

Independente de qualquer coisa termino este post dizendo que sim, o filme tem suas falhas, sim, muitas críticas e resenhas que você leitor irá ler em outros sites vão dizer que poderia ter sido muito melhor. Já eu, fico no time que acredita que foi o que deveria ter sido, com muitos erros, mas também com muitos acertos... Fico com a lembrança do silêncio profundo na sala no início do filme, da trilha sonora perfeitamente sincronizada com as cenas e acima de tudo com a memória do rosto das pessoas na fila, suas expressões durante o filme, as lágrimas e as palmas.

 
Receita adicionada por Chef.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

A Rocha

Por Gourmet.

          Um diretor praticamente em início de carreira, um bom roteiro e três atores consagrados a frente de uma produção são os ingredientes certos para uma receita de sucesso não é mesmo?

          Claro que por várias vezes essa mesma receita inexplicavelmente acabou terminando em fracasso e o que não nos faltam são exemplos no decorrer da história do cinema. Porém, mesmo não se tornando um filme a altura de disputar um Oscar de Melhor Filme (se é que existe um padrão de qualidade pra isso), a minha indicação da semana, embora antigo, é uma excelente opção para uma bela sessão caseira de cinema.

          Estou me referindo ao filme A Rocha (The Rock) lançado em 1996 e que trazia Michael Bay na época um jovem diretor de 31 anos e que assinava apenas o terceiro filme de sua carreira à frente de um elenco encabeçado pelo vencedor do Oscar de Melhor Ator de 1995, por um dos indicados ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante de 1995 e por uma lenda do cinema cujo talento e capacidade são indiscutíveis. Esses atores são respectivamente Nicolas Cage (na sua fase mais áurea, que há tempos já se foi), Ed Harris e Sir Sean Connery.

          O filme conta a história do General Francis Hummel (Ed Harris), um herói da guerra do Vietnã que revoltado com o descaso oferecido pelo governo dos Estados Unidos para com as famílias dos soldados mortos em missões secretas durante os anos resolve montar uma equipe composta por militares desertores e alguns mercenários que dominam toda a Ilha de Alcatraz mantendo 81 pessoas reféns e com a posse de poderosas armas químicas apontadas para a Baía de São Francisco que serão disparadas a não ser que o governo deposite a quantia de US$ 100 milhões, quantia essa que na intenção de Hummel terá grande parte destinada a auxiliar as famílias que perderam seus entes. Com pouco tempo para resolver o problema, o governo monta uma equipe de elite cuja missão será invadir a ilha, desativar as bombas e resgatar os reféns.

          O Drº Stanley Goodspeed (Nicolas Cage) é um jovem especialista em armas químicas convocado para compor a equipe montada para invadir a ilha, porém, ele é um chamado um rato de laboratório, já que embora seja militar nunca havia feito uma atividade de campo desde os tempos de academia, mas que terá papel preponderante na missão já que será o responsável por desativar as armas químicas. Como pensa que se trata de um simples treinamento de rotina, Stanley que acabou de ficar sabendo que seria pai, pede que sua namorada vá até São Francisco e espere por ele, pois assim que o “treinamento” acabar poderão comemorar a gravidez inesperada.

          Por se tratar de uma antiga prisão de segurança máxima, nenhuma das plantas de Alcatraz é realmente capaz de demonstrar exatidão nas informações graças às várias obras e mudanças efetuadas com os anos em que foi mantida ativada. Assim, mesmo a contra gosto de Womack (John Spencer) que é componente da alta cúpula militar e diretor do FBI, selecionam o único homem que conseguiu fugir da Ilha de Alcatraz. Ele é John Mason (Sean Connery), um espião ex-MI6 tido como morto, mas que vinha sendo mantido preso ilegalmente numa cela escura e solitária durante décadas por ordens do próprio Womack.


          Como estamos falando de uma longa que traz Michael Bay na direção, não podemos esquecer que pelo menos uma perseguição de carros ele teria que colocar no filme já que é quase uma marca registrada. E é exatamente nessa produção que em minha humilde opinião, foi gravada uma das melhores sequências que ele já fez em sua carreira de diretor, com dois automóveis de tirar o fôlego, cortando as ruas de São Francisco em alta velocidade e destruindo quase tudo que estava pelo caminho quando Mason tenta fugir para se encontrar com sua filha que nem chegou a conhecer antes de ser preso.


          Ao entrarem na ilha, Mason e Stanley são testemunhas do massacre que sua equipe sofre, tornando-os a última esperança para a salvação dos reféns e de toda cidade São Francisco. Sozinhos e com muitas opiniões divergentes, eles se vêem diante do maior desafio de suas vidas já que devem salvar os reféns, desarmar as armas químicas e salvar toda população de São Francisco e em especial a namorada grávida de Stanley e a filha de Mason. Será que eles serão capazes de superar as adversidades e garantir o sucesso da missão?

          A produção que foi orçada em US$ 70 milhões e tem aproximadamente 130 minutos arrecadou no fim de semana de sua estréia a bagatela de aproximadamente US$ 25 milhões, atingindo um total aproximado de US$ 335 milhões tornando-o a sétima maior bilheteria de 1996 e colocou Michael Bay no hall dos grandes diretores de Hollywood. 



          Não poderia terminar o post sem falar da perfeita sincronia obtida em vários momentos do filme na parceria entre Sean Connery e Nicolas Cage que estava indiscutivelmente na melhor fase de sua carreira e que Connery além de se negar a utilizar dublês durante as cenas de ação, ainda fez com que a equipe de produção lhe providencia-se a instalação de uma cabine fixa dentro da prisão de Alcatraz para que o mesmo não tivesse que viajar todos os dias da ilha até o continente. Afinal de contas, moral não é pra quem quer e sim pra quem pode. E o eterno 007 com certeza pode. Confira o trailer abaixo e corra pra providenciar o filme. Eu garanto.






 



segunda-feira, 4 de julho de 2011

O Último Samurai

Por Gourmet.


         Quando um guerreiro perde sua honra, ele não perde apenas seu orgulho, mas a vontade de viver. E a partir desse momento, só existem dois caminhos para esse guerreiro, já que ou ele aceita sua situação e busca redenção para sua honra ou convive com seus fantasmas internos absorvendo sua vida aos poucos.

          A minha indicação da semana é o filme O Último Samurai (The Last Samurai) do diretor Edward Zwick que foi lançado no ano de 2003 e conta a história de redenção de Nathan Algreen (Tom Cruise) o homem que precisou ir ao outro lado do mundo, no Japão, para reencontrar um motivo para viver.

          Como falei antes, a história começa em 1870 e se passa no Japão durante a época do Imperador Meiji (Shichinosuke Nakamura). É nessa época que o governo japonês decide contratar militares e engenheiros ocidentais para treinar e armar seu exército que lutava contra os samurais durante a Revolução Meiji.
            

          É nesse momento que o veterano da Guerra Civil Americana, Capitão Nathan Algreen (Tom Cruise) que agora vive atormentado por suas lembranças de guerra é convidado por seu ex-comandante o Coronel Bagley (Tony Goldwyn) para cruzar o mundo e treinar o exército do império japonês.     
  
          Inicialmente sua vontade era a de não voltar a trabalhar com Bagley, porém, acaba aceitando a proposta e após um tempo de treinamentos, percebe que o exército não esta pronto para batalha. Porém, indo contra a posição oficial de Algreen, o Coronel Bagley os envia mesmo assim para a guerra e é claro que nem preciso dizer o que acontece não é mesmo. Um massacre anunciado se confirma.Algreen luta bravamente, mas acaba derrotado e graças à admiração que Katsumoto (Ken Watanabe), líder dos samurais desenvolve pelo ocidental durante a batalha é capturado e levado como prisioneiro para o vilarejo samurai.
           
          Aos poucos Algreen vai se apaixonando pela cultura e valores dos guerreiros samurais e assim descobrindo que é capaz de encontrar a redenção para sua honra, trocando de lado e passando a lutar ao lado dos samurais, por entender que essa deveria ser a ação mais correta a se tomar. Falar mais daqui pra frente é sacanagem. Você literalmente tem que ver para crer.

          A produção é simplesmente maravilhosa, apresentando um roteiro capaz de prender a atenção do espectador ao dosar com perfeição os momentos de ação e emoção, sem contar uma fotografia de se tirar o chapéu. Destaque ainda para a dupla formada por Tom Cruise e Ken Watanabe capaz de mostrar todos os detalhes que fizeram os antes inimigos, não apenas lutarem ao mesmo lado, mas se tornarem grande amigos.


          Com um orçamento de aproximadamente US$ 100 milhões, o longa distribuído pela Warner Bros recebeu 4 indicações ao Oscar e mais 3 indicações ao Globo de Ouro por retratar todas as etapas de redenção de um homem que havia perdido sua felicidade em viver e por trazer em seus 144 minutos de duração um daqueles filmes que faz você pensar em porque não se investe mais em produções de qualidade, que fazem o espectador sair do cinema ou levantar de seu sofá com a mesma sensação, a de que valeu a pena parar por alguns minutos para aproveitar um excelente filme. Assista o trailer (infelizmente não consegui nenhum dublado ou legendado) aqui embaixo e procure na sua locadora ou em sites para download, pois com certeza não vai se arrepender.


quinta-feira, 30 de junho de 2011

Armadilha

O filme escolhido por essa semana é dono de uma das cenas mais famosas do cinema e ainda por cima conta com Sean Connery, a lenda, como um dos protagonistas!
Armadilha (Entrapment) é um filme um pouco controverso, cheio de polêmicas a seu respeito e divide a opinião do público e da critica.Bom ultimamente tenho gostado dos filmes que causam comentários diversos,então vamos as minhas considerações a respeito da produção e conferir se as divergências aparecem por aqui também nos comentários!

A história começa com um roubo. Um quadro de Rembrandt é roubado de um prédio em NY, sem arrombamentos, sem disparar nenhum alarme, sem deixar nenhuma pista, um crime praticamente perfeito.

O quadro estava segurado pela empresa Waverly Insurance, onde a agente de seguros Virginia Baker (Catherine Zeta- Jones) trabalha e ela é a pessoa encarregada de descobrir o responsável pelo roubo.

Virginia é uma mulher misteriosa e possui um interesse suspeito por Robert MacDougal (Sean Connery), um famoso ladrão de obras de arte. Estuda seus roubos com bastante atenção e acredita que está diante de mais um deles.  Com o pretexto de conseguir incriminar MacDougal e prendê-lo, Virginia consegue autorização para se aproximar dele. Os dois acabam se envolvendo e começam a planejar um grande golpe.
O filme é recheado de cenas de ação e as estratégias por trás dos roubos são muito boas, também possui uma boa dose de chantagens, sedução e... armadilhas é  claro! (piadinha infame)  
Sem contar a famosa cena que comentei no início do texto, a do treinamento para passar pelos lasers! Poucas cenas são tão lembradas quanto essa, Catherine Zeta- Jones vendada deslizando lindamente, exercendo toda sua capacidade elástica enquanto Sir Sean  Connery a observa, tudo muito sensual!


Agora vem a parte polêmica, o filme foi indicado ao prêmio Framboesa de Ouro nas categorias Pior Atriz e Pior Dupla, sem contar os inúmeros ataques da critica ao roteiro e a atuação dos protagonistas.
Sinceramente não vejo o motivo de tudo isso, o roteiro é bem interessante, inteligente e não fica maçante no decorrer do longa sem contar que aproveita muito bem o fato do filme ter sido lançado em 1999, fazendo da virada do milênio uma excelente oportunidade para praticar um grande roubo.
A atuação dos dois também não é motivo para tanto descontentamento, de certo não é a melhor de Catherine, porém não é ruim e certamente não merecia tal indicação. Sir Connery como sempre está muito charmoso e conduz bem o papel.


 Particularmente gosto do filme, no geral é uma boa produção, possui boa fotografia e aquela trilha sonora que nos leva propositalmente ao clima de tensão. Catherine Zeta-Jones como sempre bela, a cada cena seu rosto parece mais bonito. Sean Connery dispensa comentários, o homem é um mito e parece que a passagem do tempo só o torna mais interessante. O filme é uma rede de intrigas, surpreende e atrai a atenção do início ao fim.
É uma boa pedida, obviamente o filme já tem um bom tempinho é de 1999 mais é super fácil de achar para download. Se você querido leitor ainda não assistiu, vale a pena conferir. 


Receita adicionada por Chef.